Cadernos (testes e notas)

Os cadernos são o suporte por excelência de muitos desenhadores. Prefiro-o às folhas soltas porque tem um sentido de continuidade, uma coerência que lá se acha, mesmo quando os temas são muito diferentes. Além disso, permite proteger os desenhos e continuar mais tarde com a facilidade com que se fecha um livro. Os blocos cozidos de capa dura são os melhores porque resistem mais à dureza de uma viagem. Aqui dou nota dos blocos que experimentei.
 
Foi dos primeiros cadernos que tive. Ao preço de € 3.99 (Continente), não é o melhor caderno do mundo, mas é o que mais se aproxima dos cadernos de notas Moleskine. O papel é fino e não é adequado para mais do que uns traços a lápis ou caneta rollerball. Não aguenta certas canetas de tinta permanente. Mesmo para esboços rápidos é possível notar os traços mais vigorosos na página seguinte. No entanto, apesar da utilização limitada, não fica muito atrás da maioria dos cadernos específicos para desenho (com papel de melhor qualidade), que não são cozidos de modo a serem utilizáveis abertos.
 
Este é um dos vencedores. É um papel de aguarela idêntico dos dois lados, que aguenta pinceladas azelhas e bastante molhadas de um aguarelista principiante. É um bom papel também para usar caneta e marcadores. Embora não seja barato, é uma das poucas opções disponíveis no mercado português quanto a blocos de aguarela cozidos.

Caderno Canson Artbook One A5
Este caderno tem um papel de excelente qualidade e é muito mais barato (cerca de 1/3 do preço) do que o seu equivalente Moleskine (Moleskine Sketchbook) do mesmo tamanho. Contudo, tem algumas limitações, quando comparado; falta-lhe o elástico para fechar (que falta também a outros diários gráficos da concorrência), a bolsa interior (que pouco uso) e (isto faz grande diferença) a facilidade com que se consegue abrir para se desenhar em transição dos traços de uma página para a outra.
 
E continua...

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